Caroline De Comi


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Soprano coloratura atuante não apenas no repertório operístico como na música de câmara e contemporânea, Caroline De Comi é uma das mais versáteis cantoras líricas brasileiras da nova geração.
        Dentre seus trabalhos mais recentes está Rainha da Noite, na ópera A Flauta Mágica de W. A. Mozart, no Teatro Municipal de Santiago do Chile e Marzelline, na ópera Fidelio de Beethoven, no Teatro Municipal de São Paulo. Atuou em montagens de ópera no Teatro Municipal de São Paulo como O Rouxinol de Stravinsky (no papel título) e na premiadíssima L’enfant et les sortilèges, de Ravel (como o Fogo, a Princesa e o Rouxinol). Participou de óperas como Rigoletto (Gilda), Fidelio (Marzelline), Lucia de Lammermoor (Lucia), A Flauta Mágica (Rainha da Noite), Der Schauspieldirektor (Madame Herz), Il Matrimonio Segreto (como Elisetta), La Traviatta (Violeta), Don Pasquale (Norina), O Barbeiro de Sevilha (Berta e Rosina), La Serva Padrona (Serpina) e na estréia da também premiada O Menino e a Liberdade (como “a moça”), de Ronaldo Miranda. Esteve sob a direção de Myriam Singer, Lívia Sabag, Mauro Wrona, João Malatian, Alvize Camozzi, Regina Galdino, Marcia Milhazes e Cleber Papa. Integrando a Companhia Ópera Curta, realizou diversas récitas como Rosina, em O Barbeiro de Sevilha e como Violetta, em La Traviatta. Em 2010, foi eleita pelo blog “Ópera e Ballet” destaque lírico do ano por sua atuação como Gilda, no Rigoletto de G. Verdi, no Teatro São Pedro.
        Foi solista em obras de concerto como Stabat Mater de G. B. Pergolesi, A Criação de Haydn (como Eva), na Missa da Coroação e Exsultate Jubilate de W. A. Mozart, Oratório Ester de Antonio Leal Moreira (Ester e Harbona), Missa em sol maior de F. Schubert, Requiem de G. Fauré, Oratório de Natal de Saint-Saëns, no Messias de Haendel, Les Illuminations de Britten, Tragédie de Salomé de Florent Schmitt e na estréia da obra Cantata para Caroline de Maurício De Bonis. Apresentou-se à frente da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), da Orquestra Experimental de Repertório (OER), da Orquestra Acadêmica de São Paulo, da Orquestra de Câmara da USP, da Orquestra Sinfônica da USP, do Coro da OSESP e Orquestra Municipal de Jundiaí. Atuou sob a regência de Roberto Minczuk, Jamil Maluf, Cláudio Cruz, José Luis Domínguez, Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Roberto Duarte, Gabriel Rhein Schirato, Emiliano Patarra, Carlos Moreno, Claudia Feres, Jack Fortner, Naomi Munakata, Luciano Camargo, entre outros. Foi solista em algumas das principais salas de concerto do país, como o Theatro Municipal de São Paulo, a Sala São Paulo, o Theatro São Pedro, o Teatro Arthur Rubinstein, Auditório Cláudio Santoro (em Campos do Jordão), o auditório da CPFL Cultura (em Campinas), a Sala Cecília Meirelles (no Rio de Janeiro), o Teatro Nacional Cláudio Santoro (em Brasília), além da Embaixada do Brasil em Assunção, no Paraguai. Recentemente esteve em turnê por diversas cidades dos EUA como Riverside, Santa Clara, Baton Rouge e Philadelphia.
        Graduou-se em Canto e Arte Lírica pela ECA-USP, onde iniciou seu estudo de canto com o tenor Benito Maresca. Tendo Isabel Maresca como sua principal orientadora vocal, frequentou também cursos e masterclasses no Brasil e no exterior com Tamás Salgó, Niza de Castro Tank, Anna Korondi, Susan Bullock, Christina Landshamer, Peter Schreier, Luisa Castellani, Ian Storey e Eleonora Leonini.
        Participou do ciclo de concertos “Willy Manifesto” (em homenagem aos 70 anos de Willy Corrêa de Oliveira), da série Panorama da Música Brasileira (Unicamp), na 39ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea e constantemente participa do Festival Música Nova de São Paulo. Realizando estréias mundiais e tendo diversas obras dedicadas a ela, vem se apresentando no Brasil e no exterior ao lado de respeitados músicos brasileiros como Maurício De Bonis, Gilson Antunes e Joaquim Abreu. Entre suas gravações estão o DVD “A Flauta Mágica, o Maestro e a Feiticeira” (TUCCA), o CD “Willy Corrêa de Oliveira, o presente” (ÁguaForte) , o CD “Olivier Toni: Só Isso e Nada Mais” (SESC) e o CD Festival Musica Nova (SESC).